AS FOTOGRAFIAS PUBLICADAS NESTE BLOGUE, TIVEREM A SUA ORIGEM NUMA EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS E ESTIVEREM PATENTES NOS SEGUINTES ESPAÇOS:
Clube Asas do Atlântico - Santa Maria - Agosto 2002
Restaurante Casa Marisca - Ponta Delgada - Dezembro 2002
II Fórum Regional da Formação Profissional - P. Delgada - Maio 2004
Pousada da Juventude de Angra do Heroísmo - Terceira - Junho 2005

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LUA CHEIA
Desde os primórdios do homem que a LUA se apresenta como um elemento base do seu quotidiano.
Para além da sua presença diária este denota-se na crença da sua influência nos nascimentos, na agricultura e nos sentimentos humanos.
Estas características imprimem-lhe um fascínio que tem levado o homem a conhece-la melhor.
Este conhecimento não é apenas científico.
Fotografar a LUA Cheia é uma tarefa difícil com um longo percurso, que requer disponibilidade, persistência, visão e profissionalismo.
Olhar a nu esta exposição sem um conhecimento prévio das condicionantes que a rodearam, na minha opinião é um modo incorrecto da avaliação do trabalho do João Freitas.
Na longa jornada que o artista, João Freitas percorreu muitas foram as condicionantes que o impossibilitaram de recolher a imagem pretendida.
Embora a LUA Cheia ocorra uma vez por mês nem sempre as condições climatéricas facilitam a tarefa do artista, impossibilitando-o de recolher a imagem que pretende.
As nuvens e o nevoeiro são uma constante, impondo a sua presença, o que implica uma deformação na imagem.
A rápida deslocação da LUA exige rapidez e eficiência, para captar no local e á altura certa a imagem pretendida.
Os insectos muitas vezes apresentaram-se como obstáculo.
Rita Freitas